domingo, 29 de maio de 2011

Resumo Semanal 22/05 - 29/05


Política: Companheiros, Lula é um predador furtivo e focado. Basta aparecer a oportunidade que ele mira, ninguém percebe, e dá pitaco. Desta vez, como consultor do(s) consultor(es). Para quem dizia não meter o nariz onde não lhe cabe, o fez e tucanou, pode?   Dilma, por sua vez, cedeu aos pisões no calo mágico de Palocci feito pela oposição. Vetou o kit anti homofobia, e aprovou o texto de Aldo, tudo isso por medo de uma CPI para investigar as mágicas de seu ministro chefe.



Interwebs: 
Foi aprovada a união homoafetiva de pássaros. Sim, o Twitter adquiriu o Tweetdeck. Repasso a dúvida que os amigos do tecnoblog levantaram: Seria essa uma boa hora para um Twitter Oficial para windows?


Futebol: Messi é levado. Fez a diferença nessa final da UEFA, e com isso deu ao Barcelona o tetracampeonato. Meu único pesar é o indivíduo ser argentino. Ora, por que não ofertar 72 passistas cariocas para sua nacionalização? Bom negócio, sem bombas... nem virgens. A segunda rodada do brasileirão teve recheio de sobra. Todos os jogos tiveram gols, alguns bonitos... e alguns moicanos. Destaque para Botinelli do Flamengo, outro argentino. Uma pena.


Internacional: O vulcão  Eyjafjallajokull (não, eu não cabeceei o teclado para criação deste nome) entrou em erupção na Islândia, espalhou cinzas, adiantou a viagem de Obama, e adiou a de civis. Seria a Infraero um vulcão em constante erupção? Fica a dúvida.


Tecnologia: O Brasil está criando a cultura de "passagem de iPad". Às 23h59 do dia 26, applemaníacos da lotavam as lojas autorizadas da Apple. Meio ave ao conselho dado - a lá mágico - por um amigo para não comprar o iPad dois meses atrás. Meio porquê ainda não tem Jailbreak para o mesmo.


Games: Disclaimmer: Eu sei que este jogo não é uma novidade, mas nem por isso deixa de ser épico. Semana passada eu já havia terminado este game, porém o choque pós-término levou um tempo maior que o esperado para cura. Modern Warfare é muito bom, e o 2 conseguiu um feito exímio: superá-lo. Incrível como o trabalho da Infinity Ward neste jogo foi caprichado.

Além de dar continuidade ao plot anterior (em que, no modo campanha, você faz o papel de dois agentes e seus objetivos são: Eliminar Makarov e defender os EUA de um ataque russo), os mínimos detalhes são mostrados tanto em animações quanto no gameplay, reflexo, objetos, armas, e faces. Disponível para Xbox360, PS3 e PC.

domingo, 22 de maio de 2011

Resumo SemANAL

Companheiros, vocês já devem me ver como uma besta cataclismica (não só pela minha aparência, mas também pela esporadicidade) por sempre lhes propor algo - algo muito raro na vida de um blogueiro... caso não existisse ironia- : um resumo semanal de fatos ocorridos -ou por mim interpretados- na interwebz e no mundo real de forma menos chata possível -tai outra promessa-. Vamos lá:

Games:

Trouxe aqui para vocês um jogo de iOS -quanta novidade, não? Prometo jogos de mais plataformas ok? Mais uma.- Um game fofinho/bonitinho para iOS e lançamento: Draw Jump.



Draw Jump é uma amostra real do equilíbrio entre jogabilidade e capricho. Tá vendo aquele risco rosa? Uma vez deslizado o dedo sobre a tela, um risco como aquele surge e faz-se de "cama-elástica" para o bonequinho ir pulando. Seu objetivo é ter o maior score possível tendo que pegar os orbzinhos flutuantes, muito legal. U$0,00 no Installous.



Esportes: Implodiram o Mané, e o mané..digo, MANO, convocou seus manézinhos. Um texto sensacional sobre o ocorrido foi postado no blog do Juca - que inclusive coloquei aqui-. O Brasileirão começou, e meu time no Cartola se ferrou - quem mandou apostar se embasando pelo fator "dentro e fora de casa" -. Porém meu tricolor ganhou, e tá tudo bem agora. O Brasília está com uma vantagem de 2 a 0 nas "playoffs" abrasileiradas da NBB, contra o Franca, na melhor de 5. E meu cavalo manco ganhou no jóquei... Ali em cima ó.


Política: Primeiramente, não se assustem com os cifrões neste tópico, assim como a vida na terra, sempre exestirá... e quando parar de existir, me perdi... Enfim... Souberam que nosso ilustre presidente do Senado, José Sarney, recebeu o ministro do STJ, César Asfor Rocha, para um jantar de R$24,000? Algo que me encala a cuca é o fato de, para evitar licitação -cujo tem como valor mínimo para "ativação" os R$ 8,000- , nosso ex presidente dividiu os custos em Decoração, Comes e Bebes. Digno de uma ceia imperial, não? Pois bem, o que mais me aflinge nisso tudo é o fato de não ter sido convidado.


Internacional: O diretor do FMI, Strauss-Kahn foi preso sob acusação de ter estuprado uma camareira em um hotel em  New York. O sujeito mostrou culhões ao pagar 1 milhão - e mais 5, de garantia- por sua fiança. Porém algo me intriga, seria um velhinho realmente capaz de estuprar uma camareira -sim, eu sei que sim, mas digo... sem a ajuda dum azulzinho- , e também às vésperas e auge da sua candidatura à presidência da França?



Tecnologia: A Skynet está se formando, e o comprovante é mais cristalino agora, com essa confusão do Schwazzeneger e seu filho com a empregada. Mas não é bem isso que quero dizer. A Microsoft comprou a Skype por 8,5 milhões de dólares... enquanto eu baixo de graça. As Apple Stores -sim, eu sei..calma- começaram a usar iPads 2 como cartões informativos dos produtos -sim, ao invés de papel, Mr. Jobs preferiu colocar iPads 2- . Muito bem, mas respeito mesmo é limpar a bunda com um.

Pérola:

“Esses livros ensinam inclusive a fazer sexo anal. Não se vota nada enquanto não se recolher esse absurdo.”

Garotinho, deputado federal (PR-RJ) vice-presidente da Frente Parlamentar Evangélica, sobre os panfletos anti-homofobia a serem distribuídos em escolas.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Garrincha, o Mané e minhas considerações.

Opa! Já faz um tempo né? Enfim... hoje, em minha leitura interwébica rotineira, me deparo com um texto excelente de FERNANDO FARO, no blog do Juca Kfouri sobre os "Manés Garrinchas". Segue:


"Mané descansava em paz no céu quando ficou incomodado com uma “homenagem” feita pelos sérios políticos brasileiros, que resolveram dar seu nome a um estádio.

Batizar um local de concreto, duro, imóvel e estéril com o seu nome era a antítese do que ele, lépido e desconcertante, merecia. Como os homens não falam a língua dos anjos, Mané nada pôde fazer a não ser sorrir como fazia nos tempos em que era usado pelos engravatados de discurso vazio que queriam um garoto-propaganda popular e carismático.

O tal estádio estava lá meio esquecido e Mané, curtindo a vida no céu, também se desligou e acabou se dedicando às pescarias e peladas nos fins de semana. Se sua cervejinha santa de cada dia estava lá era um mistério...."

A continuação você pode ler aqui


Minhas considerações de merda: 

É com desagrado que trato o exacerbo na divulgação de tal notícia. Claro que moralistas criticarão a posição que tomo, uma vez que informar é necessário. Concordo e monto em cima, informe, conte a história, mas não a repita. A glória de Garrincha, defensor da estrela solitária, não fosse interrompida pelo fim de sua trama pessoal, tangia a superação do Rei. Era figura, personagem... Era o que hoje é carência. Pernas tortas, dentes tortos, zagueiros tortos, gols, olés e catimba.

Aglomerado de concreto algum, mesmo que revestido por sensacionalismo, chegará aos pés vesgos e moleques de Mané.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Nelson Rodrigues fala sobre a morte de Bin Laden (?)



Caros leitores, como vocês já sabem, sou um descarado amante da boa escrita, essa linda. Pois bem, logo de manhã durante minha leitura vejo no twitter um link para a coluna de Arnaldo Jabor. Tratava-se da simulação de uma conversa entre ele e o Anjo Pornográfico, Nelson Rodrigues sobre a morte de Bin Laden. Segue um pedaço:


"Osama é o único assunto. Jurei que não escreveria sobre ele, mas esse homem não me sai da cabeça. Aí, resolvi telefonar para o Nelson Rodrigues para ver sua opinião. Disco o telefone preto intergaláctico, pois o Nelson me ajuda a "não" pensar com as falsas luzes do bom senso, das causas e efeitos. O telefone toca. Já ouço as risadinhas dos querubins, em volta de Nelson na nuvem de algodão no céu de estrelas de papel prateado, como nos teatros da Praça Tiradentes.


- Nelson... sou eu, o Arnaldo...

- Você me ligando, rapaz, como um telefonista de si mesmo. Achei que tinha me esquecido..."


A Continuação você pode ver aqui.